sábado, 20 de janeiro de 2018

Comme bonjour - Lucas Jammal

C’est simple comme bonjour...
Le matin je me lève en pensant a toi...
Mon dangereux amour... 
Un bas-relief crétois. 

On n’est pas sorti de l’auberge!
La souffrance n'est pas si facile que ça!
Sombre, l'amour sautèrent!
Éclairé, l'amour qui avança!

À qui, un bricoleur ingénieux, 
À qui mieux mieux,
Cependant, l'amour ne gagne pas,

Il t'aimera pour toujours,
Avec l'amour qui a mis fin à mon humeur...
Ton amour est mon repas! 

sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Je demeure - Lucas Jammal

Bienvenue dans mon dictionnaire de rimes...
Écoute ce que je teneur,
Prends garde car je presque commettre le crime...
Les jours s'en vont je demeure.

En tant que film culte, je vis la vie:
Stagnant dans les griffes de la profondeur.
Une irrésistible envie de dormir,
Une irrésistible envie de baiser.

En français tout est si romantique...
Je veux vivre quelque chose excentrique!
Je vais sucer la chatte!

Chantons un son ensemble,
Ensemble, franchir en étendant la jambe,
Ensemble, en amour, nous trouverons une échappe.

Suicídio banalizado - Lucas Jammal

Mundo cruel do suicídio banalizado!
Em festas, encontro minha mente pensante,
Vivo, me encontro, com o teu cuidado,
Tua atenção é o que salva cada instante.

Há tanta coisa que deveria sensibilizar,
Pra mim, a noite é tão iluminada,
Que toda noite eu saio, pra luz da noite eu respirar,
Procurando me esquecer da geração do nada.

Aonde estão mais sensíveis, aonde estão mais poetas?
Menina escreva algo! Com o amor, seja direta!
E viva intensamente esse amor que lhe é dado!

Não chame de motivo de vergonha um sofrimento,
Menina, me salve, que eu te agarro em pensamento!
Se você é só um sonho, então não quero ficar acordado.

Parabéns, mulher imbecíl - Lucas Jammal

Parabéns, mulher imbecíl,
Que acha que o homem não pode amar,
Homem deve ir pra cadeia, é um ser vil
E oprimir é desejar.

Parabéns, mulher seca e esturricada,
Mas que talvez tenha cansado de tanto dar,
Ser amada é como ser crucificada,
Com o amor, você não sabe mais lidar...

Parabéns! Mulher que fácil se apavora!
Parabéns! Mulher que sempre ignora,
Mas que não cansa de provocar!

Parabéns! Mulher que chama o amor de lixo,
E o homem romântico de bicho...
Vai lá, gênia, de vermelho, revolucionar!

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Em prosa de nossa poesia! - Lucas Jammal

Ao sol vamos brindar,
Em prosa de nossa poesia!
O que quiser falar,
Eu te respondo em cantoria...
Mesmo sendo o não ser,
Ou sendo quem diria,
Pra fazer sem ver,
Tudo aquilo que queria,
Mas não podia ter...

Já não cabia na mão,
O tamanho da ambição,
Foi devorando corpo e mente,
Assim, tão diferente,
Enquanto ela trabalhava,
Ele só olhava...

E escrevia, e escrevia,
E tocava na rua...

Pessoas correm no vento,
Ventos correm dos cães,
Que correm de um pensamento,
E correm pra um sentimento.

Sempre que é amor,
Eu saio correndo. Ave Maria!
Não aguento mais essa dor...

Melhor fazer terapia...

Entre 25 versos - Lucas Jammal

Que tal escrever uma poesia,
Onde cada estrofe tenha o mesmo número de versos,
Que teu número de celular?
Ou é melhor te ligar?
Ou é melhor escrever uma carta,
Em prosa mesmo,
Já que os meus versos,
Somados com as minhas bobas atitudes,
Já não tem mais o mesmo efeito...

Quem sabe uma esperança,
Alcance o outro dia,
Ainda era criança,
A lua...
E a sua sabedoria,
E você e eu na rua...

Você nua, óbvio,
Vestir-se é pecado...

Eu tenho ciúme,
Dessas tuas roupas,
Coladas em teu corpo magro...
Mais até do que essas pessoas que te tocam...

Quero colecionar,
Todos os botões das tuas calças
E todos os teus brincos...

Você na geladeira...

Tomo chá - Lucas Jammal

I - depressão é frescura

Ela disse " pare de viadagem, depressão é frescura "
Sem saber o quão demente,
Que se encontra a minha mente,
Sem o amor, eu vivo a loucura...

Pois em meu coração, essa maldita solidão,
Tem me deixado isolado, no mundo da lua...
Tem me causado depressão e alucinação,
Te vejo em todo lugar, na rua.

Mas ninguém é você, então viram feras malditas,
Esse trem lotado delas, deixa minha alma tão aflita,
Que começo a passar mal, ficar sem ar...

Mas sou dedicado, tento escrever e rimar,
Tento viver, tomo chá, tento respirar,
Ninguém consegue ver o que tento mostrar.

II - enfermeira

Hoje, eu pensei, " é meu fim! "

Ela podia pousar,
Feito essa enfermeira e tirar,
A minha roupa, cuidar de mim...

Me dar um chá gostoso,
Verde, de cogumelo ou de boceta...
Seria tão delicioso,
Se o mundo não fosse tão careta...

Preciso sentir teu encanto...

Aqui tem ervas pra todo canto,
Ervas eu fumo, só pra te ver...
Oh, enfermeira!
Que vive na beira
Do meu ser...

III - A lua me devora

A lua é canibal e me devora,
O sol é invisível e me apavora.
Como a morte de uma amora...
Ou a morte da framboesa...

O amor é uma incerteza
Que demora...
E que nunca tem clareza...
Na cidade, o amor é a natureza.

Amor é sal num mundo sem tempero,
Algo perdido no infinito da eternidade,
Amor se resume em desespero
E saudade.

Amor é hippie e brasileiro...
É abraçar ou ser morto pelo mundo inteiro.